Análise: plano de Ancelotti falha, e mudanças pioram Seleção em eliminação da Copa
Seleção abre mão da bola na maior parte do jogo e perde chances na cara do gol. Substituições no segundo
Seleção abre mão da bola na maior parte do jogo e perde chances na cara do gol. Substituições no segundo tempo tiram força da equipe, e Noruega castiga com Haaland
Não dá nem para lamentar. Não dá para dizer que houve injustiça. Não dá nem para dizer que a derrota ocorreu jogando como Brasil. A Seleção está fora da Copa do Mundo, e o plano de Carlo Ancelotti fracassou diante da Noruega.
O Brasil desde o início apostou em um jogo de armadilha: dava a bola para a Noruega e apostava na transição em velocidade. Funcionou muito pouco. O pênalti perdido por Bruno Guimarães no primeiro tempo daria contornos diferentes ao jogo, mas a realidade mostra que a Seleção apostou alto em um estilo que não condiz com suas tradições e não soube ser letal quando teve chances.
Bem posicionado, o Brasil não tinha a bola, mas não sofria e era perigoso na recuperação rápida com campo aberto. Rayan pela direita tinha volume, mas faltava companhia. Na esquerda, as conexões entre Martinelli e Vini funcionavam mais, e o camisa 7 viu boa chance parar novamente em Nyland.
Com a bola, mas sem tanta criatividade, a Noruega apelou para ligações diretas para Haaland. Magalhães e Marquinhos pareciam mais preocupados no embate físico do que em marcar o espaço, e assim Odegaard teve grande chance para boa defesa de Alisson no lance final de um primeiro tempo equilibrado.
